Os Wingmakers (Os Criadores com Asas) ou Pleiadianos

1 – Introdução

Por Ibiatan Upadian

Há muitos anos atrás, ou seja em torno de 2008, tomamos conhecimento de uma reportagem publicada no site www.bibliotecapleydes.com sobre a descoberta de uma imensa e estranha caverna no Grand Canyon que trazia indícios de tecnologias e conhecimentos extraterrestres. Sentimos na hora que tinha algo a ver com os pleiadianos, o que nos foi confirmado de imediato por eles.

Mais ou menos um ano depois nos chegou as mãos a primeira entrevista do Dr. Neruda sobre os Wingmakers (criadores com asas) numa tradução do inglês para o português bem rudimentar que alguém tinha feito usando o tradutor do Google. Esta mesma primeira entrevista que transmitimos abaixo, já numa outra versão melhorada, fala sobre as informações descobertas nesta caverna, o que mais certeza nos trouxe de que o material realmente tinha a ver com os pleiadianos, os elorhins ou seres pássaros, que deram origem ao arquétipo de anjos com asas, como conhecemos hoje através de nossas religiões.

Mais tarde ou seja, alguns anos mais tarde, encontramos esta mesma reportagem sobre a descoberta desta caverna publicada no site www.thoth3126.com e em seguida conseguimos o link do site www.wingmakersbrasil.com onde está postada uma grande quantidade de material disponibilizado pelo Dr. Neruda sobre estes seres, sua arte, sua filosofia e seus ensinamentos.

A partir daí começamos a estudar este material e concluímos que eles tem tudo a ver com os ensinamentos dos pleiadianos. Percebemos ainda a ação de uma certa sincronicidade acontecendo, possivelmente uma influência dos pleiadianos, fazendo com que as peças fossem se juntando, se encaixando e dando origem a um material riquíssimo que será por orientação deles utilizado como material de nossos próximos estudos dentro dos Ensinamentos Pleiadianos.

Vamos apresentar nestas páginas seguintes todo o material e o conhecimento deixado pelos Wingmakers em uma capsula de tempo encontrada numa caverna no Grand Canyon, Colorado, EUA. Esta cápsula de tempo que foi encontrada em 1909, pelo explorador G.E. Kinkaid, arqueólogo do Instituto Smithsonian, durante uma viagem em um barco de madeira, entre a cidade de Green River, Wyoming, e a cidade de Yuma, no rio Colorado.

Esta descoberta foi publicada inicialmente no Diário da República e dois dias depois, ou seja no dia 05 de abril de 1909, foi republicada pelo Jornal Arizona Gazette, conforme foto da reportagem publicada no referido jornal, que aparece na reportagem que apresentamos abaixo.

Nesta mesma reportagem do jornal (trazida pelo site www.bibliotecapleyades.com) consta que na época, após esta descoberta que foi considerada pelo jornal como o mais importante sitio arqueológico já descoberto nos EUA, ele estava sendo pesquisado por uma equipe de 30 a 40 pesquisadores do Instituto Smithsonian, comandados pelo professor S.A. Jordan.

Estranhamente nunca mais se falou no assunto até 1972, ocasião em que numa remota região a nordeste do Novo México, um grupo de andarilhos descobriu um artefato incomum e pictografias dentro de um canyon.

Um arqueólogo da Universidade do Novo México analisou o artefato e procurou a área onde foi descoberto, mas não encontrou nenhum sinal de que uma cultura pré-histórica tivesse se estabelecido no canyon. Este artefato a que se chamou de “bússola”, parecia ser uma forma de tecnologia desconhecida, e foi achado entre artefatos mais típicos, como cerâmica e ferramentas simples.

Por causa deste artefato que parecia ser datado do século 8 D.C., os artefatos e todo o projeto rapidamente foi encampado pelo governo dos EUA, ou mais especificamente, pela Agência de Segurança Nacional (NSA). Foi decidido que estes artefatos poderiam sugerir uma presença pré-histórica de extraterrestres na terra, e que a NSA tinha todas as condições e competência para iniciar uma completa expedição científica, a fim de determinar a natureza e significado do local.

O sítio arqueológico foi totalmente pesquisado por um departamento secreto da NSA em 1973, mas obteve poucos resultados adicionais, e nenhum deles foi considerado como tecnologias ou evidências de uma presença extraterrestre. Foram descobertos alguns outros símbolos pictográficos, mas a decodificação era um processo difícil e frustrante. Foram chamados peritos para ajudar, mas foi impossível conseguir um consenso sobre o que as pictografias significavam. Assim, tão depressa quanto foi avaliado como prioridade de investigação, também rapidamente foi arquivado no NSA com o nome de “Ancient Arrow” ou Flexa Antiga.

Vinte e um anos depois, ou seja em 1994, uma série de deslizamentos provocou uma nova abertura no local. O canyon estava em uma parte pouco conhecida dentro do parque mantido pelo estado do Novo México. Depois de sua descoberta em 1972, determinou-se que ficaria fora dos limites de visitações do parque e que seria deixado em seu estado natural. De tempos em tempos, cientistas, patrocinados pela NSA, visitavam o local com o objetivo de descobrir novas evidências, mas todas as vezes foi um fracasso.

Logo após a ocorrência dos deslizamentos, um pequeno grupo de pesquisadores do NSA visitou o canyon Ancient Arrow como pesquisa de rotina. Descobriram que os deslizamentos tinham exposto uma entrada para uma caverna escondida que conduzia para dentro das paredes do canyon.

Na parte de trás desta caverna, o grupo de pesquisa descobriu uma entrada bem escondida no interior da parede do canyon ou estrutura de pedra do local do Ancient Arrow. Lá eles encontraram um sistema de túneis e câmaras que tinham sido esculpidos em pedra sólida. Havia um total de 23 câmaras, todas complexamente conectadas a um corredor interior, e cada câmara tinha uma pintura específica, formando um grande painel, várias pictografias, hieróglifos, e o que pareciam ser tecnologias latentes, alienígenas.

Justamente o que havia sido encontrado e pesquisado pelo Instituto Smithosian 87 anos antes, conforme notícias do jornal da época. Estranhamente, contudo, Dr. Neruda não faz qualquer referência às múmias, à estátua parecida com o buda e as plaquinhas de argila com símbolos e uma linguagem na forma de hieróglifos que os pesquisadores do Instituto Smithosian disseram ter encontrado.

Assim que a entrada para a caverna foi achada, foi feito um relatório que imediatamente foi guardado nos arquivos do Diretor responsável para o projeto Ancient Arrow. O projeto então passou formalmente para a jurisdição da ACIO, que organizou um grupo de pesquisa multidisciplinar a fim de avaliar a exata natureza do sítio arqueológico e tentar descobrir outros artefatos ou evidências de uma visita extraterrestre.

O ACIO é um departamento secreto da NSA. Sua sede principal é na Virgínia, mas também tem pessoas na Bélgica, Índia, e Indonésia. Eles são totalmente desconhecidos, até mesmo para diretores seniores da NSA. O ACIO é uma organização com um baixíssimo nível de exposição dentro da comunidade de inteligência. Seu programa de trabalho é pesquisar, assimilar, e reproduzir qualquer tecnologia ou descoberta de origem extraterrestre. Seu efetivo é composto por cientistas desconhecidos, com salários líquidos acima de $400.000 por ano, por conta da segurança e de seus QIs. Esta organização secreta não só tem uma enorme capacidade intelectual, mas também detém tecnologias muito avançadas, e estão bem na frente de qualquer órgão de pesquisa do planeta. Em resumo, são uns privilegiados.

Dentre estes peritos estava o Dr. Neruda que depois de muita pesquisa conseguiu decodificar os símbolos pictográficos contidos na caverna e principalmente num disco ótico encontrado no local.

Os Wingmakers são considerados por estes peritos como a Raça Central, a primeira criação da Fonte neste nosso Universo (de forma equivocada, pois os pleiadianos nos dizem que não há uma Raça Central). Os Wingmakers, conforme apuraram através da decodificação das informações contidas neste disco ótico deixaram 7 “cápsulas do tempo” na Terra para ajudar o planeta atingir a 5D. 

Nelas há ensinamentos que foram decodificados para a expansão da consciência da humanidade, trazendo uma nova visão do Cosmos, e o despertar de nossas percepções para quem realmente somos e o nosso propósito na Terra.

Um achado arqueológico que para eles tanto pode ter origem ‘extraterrestre’, como também pode ser proveniente de humanos “do futuro” que retornaram ao passado e implantaram estes 7 sítios arqueológicos no planeta com cápsulas do tempo para serem descobertas a partir da década de 80 (cabe lembrar que os pleiadianos, assim como nós que estamos humanos aqui e agora também viemos do futuro, vide livro Mensageiros do Amanhecer, canalizado pela Bárbara Marciniak)

O material que era secreto tornou-se então público por uma pessoa conhecida como Dr. Neruda, que o enviou a uma jornalista, de nome Sarah em 1998/9. Em entrevista a esta jornalista, o Dr. Neruda disse que, correndo riscos de vida, desertou do grupo de cientistas que analisavam um disco óptico encontrado no sítio arqueológico. 

Neste primeiro sítio arqueológico, oculto dentro de uma caverna do deserto do Novo México, a 500 metros de profundidade, foram encontradas 24 câmaras, 23 bem visíveis e dispostas na forma circular e em espiral e uma secreta, muito bem oculta, todas intactas de impressionante beleza contendo imagens/pinturas, músicas, escritos sobre cosmologia, genética, filosofia, etc.

Como primeira peça deste quebra-cabeças que começamos a formar apresentamos a reportagem abaixo, publicada por um jornal em 05/04/1909, onde é relatada a descoberta desta capsula de tempo, que depois foi abafada e escondida da humanidade por mais de um século.

Em seguida apresentamos um resumo feito pela jornalista Sarah das 5 entrevistas dadas pelo Dr. Neruda a ela e em seguida as 5 entrevistas na integra, onde ele nos dá uma visão completa sobre todas as decodificações feitas e todas as descobertas realizadas em cima deste material riquíssimo deixado pelos wingmakers.

Apresentamos abaixo também os vídeos com imagens dos lindos e significativos painéis pintados nas paredes das 24 câmaras desta caverna com as músicas respectivas decodificadas do disco ótico. Lembrando que os pleiadianos são os artistas do universo.

 

2 – Mistérios de uma Imensa Caverna descoberta no Grand Canyon

Fonte: www.bibliotecapleyades.com  

 

A Notícia foi publicada no jornal ARIZONA GAZETTE, de segunda-feira 5 de abril, 1909.

“ARIZONA GAZETA, segunda-feira 5 de abril, 1909:

EXPLORAÇÕES NO GRAND CANYON 

Esse assunto foi trazido para a cidade ontem por G.E. Kinkaid, o explorador que encontrou uma grande cidadela subterrânea no GRAND CANYON, durante uma viagem em um barco de madeira, entre a cidade de Green River, Wyoming e a cidade de Yuma, no rio Colorado há vários meses

A Descoberta Notável Indica que povos muito antigos migraram do Oriente para o território da América do Norte, nos EUA, até o Grand Canyon.

Segundo a história publicada ontem no Diário da República pelo Sr. Kinkaid, o arqueólogo do Instituto Smithsonian, que está a financiar a exploração, fizeram descobertas que provam conclusivamente que a raça que habitou nesta caverna misteriosa, escavada em rocha sólida por mãos humanas, era de origem oriental ou possivelmente do Egito, remontando a Ramsés, faraó da 18ª DINASTIA (cerca de 1.300 a.C.)

Parece que houve uma migração e contato não documentada pelos “eruditos” entre os povos do oriente (CHINA e EGITO) para o ocidente, que poderia ter acontecido por volta do século XIV a.C.

Se suas teorias estão nascendo por conta da tradução das tabuinhas gravadas com hieróglifos, encontradas no local, o mistério dos povos pré-históricos da América do Norte, as suas artes antigas, quem eram e de onde eles vieram, será resolvido. O Egito, o rio Nilo, o Arizona e o rio Colorado estarão ligados por uma cadeia histórica correndo de volta para as idades antigas que supera as fantasias mais selvagens de qualquer ficcionista. 

Uma investigação aprofundada

As últimas notícias sobre a evolução das explorações do que hoje é considerado pelos cientistas como não só a descoberta arqueológica mais antiga nos Estados Unidos, mas uma das mais valiosas do mundo, e que foi mencionada no Diário da República.

O Instituto Smithsonian pode ter descoberto artefatos dentro de uma caverna maciça com diversas passagens e salas intrincadas, incluindo a descoberta de tabletes inscritos com hieróglifos egípcios. Um artigo publicado no The Arizona Gazette em 5 de abril de 1909, declara que o Grand Canyon já era lar de uma civilização perdida, composta por pessoas de proporções gigantescas.

Sob a direção do professor S.A. Jordan, o Instituto Smithsonian está agora processando a exploração mais aprofundada, que será mantida até que o último elo da cadeia tenha sido forjado. A caverna subterrânea com cerca de uma milha de profundidade, cerca de 1.480 pés (cerca de 500 metros) abaixo da superfície, a longa passagem principal foi desbloqueada, para encontrar uma outra enorme câmara que se irradia em dezenas de passagens em túneis, como os raios partindo do centro de uma roda.

Várias centenas de salas foram descobertas, todas com conexão com a passagem principal, uma delas tendo sido explorada para 854 pés (cerca de 300 metros) e outra há 634 (cerca de 200 metros) pés de profundidade. 

As descobertas mais recentes incluem artefatos que nunca foram conhecidos como sendo dos nativos deste país, os peles vermelhas, e sem dúvida tiveram sua origem no Oriente. Armas de guerra, instrumentos de cobre afiado e duro como aço, indicam o estado elevado de civilização atingido por essas pessoas estranhas. 

Então, os cientistas interessados nos preparativos que estão sendo feitos para equipar o campo de estudos aprofundados e a equipe será aumentada para trinta ou quarenta pessoas. Antes de prosseguir na caverna, melhores condições de iluminação devem ser instalados, pois a escuridão é densa e impenetrável para a luz média de lanternas. 

A fim de evitar a perda, os fios são amarrados a partir da entrada para todos os corredores que levam diretamente às câmaras de grande porte. Até que ponto esta caverna se estende ninguém ainda pode concluir, mas agora é a crença de muitos de que o que já foi explorado é apenas o começo, para usar uma expressão americana, e que agora no subterrâneo será encontrada mais habitações comunais principal das famílias e, eventualmente, outros santuários. A ventilação perfeita da caverna, o vento seco constante que sopra através da mesma indica que existem outras saídas para a superfície.

Relatório do Sr. Kinkaid

Mr. Kinkaid foi a primeira criança branca nascida no estado do Idaho e foi um explorador e caçador durante toda a sua vida. Durante trinta anos esteve em serviço para o Instituto Smithsonian. Mesmo quando brevemente relatada, a sua história soa muito fabulosa, quase grotesca, pelo seu ineditismo e importância.
   
“Primeiro, eu gostaria de salientar que a entrada da caverna é quase inacessível. Ela está quase há 1500 pés (450 metros) de altura, em uma parede vertical e instável do canyon. Ela está localizada em terras do governo e nenhum visitante será permitido lá, sob pena de transgressão da lei”.

Em cima de uma prateleira, que se esconde da vista do rio, estava a entrada da caverna.

Os cientistas desejam trabalhar sem serem molestados, sem medo de que as descobertas arqueológicas sejam perturbadas por caçadores de curiosidades ou relíquias. Para os curiosos a viagem seria inútil pois que o visitante será enviado de volta em seu caminho. 

“A história de como descobri a caverna já foi contada: eu estava viajando pelo rio Colorado em um barco, sozinho, procurando mineral. Algumas 42 milhas acima do rio Colorado, perto do El Tovar Cristal Canyon, eu vi na parede leste, manchas na formação sedimentar há cerca de 1500 pés acima do leito do rio. Não havia nenhuma trilha para se chegar àquele ponto, mas finalmente cheguei a ele escalando com grande dificuldade. 

Existem degraus que conduzem a partir desta entrada cerca de trinta jardas de que era da época quando a caverna foi habitada, ao nível do rio. Quando eu vi marcas de cinzel na parede dentro da entrada, me interessei, engatilhei a minha arma e penetrei na caverna.

Durante essa exploração, caminhei várias centenas de pés ao longo da passagem principal, até que cheguei à cripta principal, lugar em que eu descobri as múmias egípcias. 

Uma dessas múmias eu levantei e fotografei usando a lanterna como flash. Eu recolhi uma série de relíquias, que eu carreguei pelo rio Colorado até Yuma, de onde eu enviei para Washington com os detalhes da descoberta. Depois disso, as explorações foram iniciadas”. 

As passagens

“A passagem principal é cerca de 12 pés de largura, estreitando para 9 pés em direção à extremidade mais distante. A cerca de 57 pés da entrada, as passagens ramificadas da primeira passagem fora, à direita e à esquerda, ao longo da qual, em ambos os lados, há um grande número de salas com tamanho em torno das salas ordinárias de hoje, embora algumas tenham de 30 a 40 pés quadrados. 

Rio Colorado no Grand Canyon, local das descobertas das cavernas.

Estas estão inseridas por portas de forma oval e são ventiladas por espaços de ar através das paredes de volta para as passagens. As paredes tem cerca de 3 pés e 6 polegadas de espessura. As passagens são descompactadas ou cortadas tão simples quanto poderia ser definido por qualquer engenheiro. 

Os tetos de muitas das salas convergem para um centro. As passagens laterais, perto da entrada foram executadas em corte com um ângulo agudo do salão principal, mas em direção à parte de trás, gradualmente, chegam em ângulo reto à direita.” 

O Santuário

“Há mais de uma centena de pés (mais de 30 metros) da entrada existe um corredor transversal, com várias centenas de pés de comprimento, no qual foi encontrado o ídolo, ou imagem, da divindade do povo que habitou o local, sentado de pernas cruzadas, com uma flor de lótus ou lírio em cada mão.

Quase uma milha abaixo do solo, a cerca de 490 metros abaixo da superfície, a longa passagem principal foi cavada para encontrar outra câmara gigantesca da qual irradia dezenas de passagens, como os raios de uma roda. Várias centenas de quartos foram descobertos, alcançados por corredores que vão da passagem principal, um deles tendo sido explorado por 285 metros e outros 215 metros. Os achados recentes incluem artigos, que nunca foram conhecidos como nativos deste país e que, sem dúvida, eles tiveram sua origem no Oriente.

O modelo do rosto é Oriental, e mostra a escultura feita de uma mão hábil, e toda ela é muito bem preservada, como tudo nesta caverna. O ídolo mais se assemelha a Buda, (o último Budha(*) a encarnar, o quinto, foi Siddharta Gauthama, no século VI A.C.) embora os cientistas não estejam certos quanto à que culto religioso ele representa.

Levando em consideração tudo o que se encontrou até agora, é possível que o culto mais se assemelhe ao do antigo povo do Tibete. Circundando este ídolo estão imagens menores, algumas de forma bonita, outras com formas distorcidas, com pescoço quebrado, simbólicas, provavelmente, do bem e do mal. 

Existem dois grandes cactos com os braços salientes, um em cada lado da plataforma sobre a qual a estátua da divindade permanece. Tudo isso está esculpido em pedra dura lembrando o mármore.

(*) Budha não é nome próprio, é um título que se dá àqueles seres humanos cujas almas conseguiram atingir a ILUMINAÇÃO, o nome deriva de Buddhi, o corpo de Luz de um iluminado. Na cultura do Tibete cinco Budhas já encarnaram, faltam dois, o próximo já está encarnado. (só que dessa vez no OCIDENTE E ELE AINDA NÃO SE REVELOU). No Ocidente o mesmo indivíduo seria considerado um Cristo, que é a mesma coisa em termos de realização espiritual. 

No canto oposto desse salão em forma de cruz, foram encontradas ferramentas de todas as descrições, feitas de cobre. Este povo, sem dúvida, conhecia a arte perdida de endurecimento deste metal, que tem sido procurado pelos químicos ao longo de séculos, sem resultado.

Em uma bancada de fundição em torno da oficina foi encontrado carvão e outros materiais provavelmente usados no processo de fundição do cobre. Há também escória de metal e coisas semelhantes a moldes, mostrando que esses povos antigos fundiam minérios, mas até agora, nenhum vestígio da forma como isto foi feito foi descoberto, nem da origem do minério. 

Entre outros achados estão vasos, potes e copos de cobre e ouro sendo muito artísticos e ricos os detalhes dos desenhos. O trabalho inclui navios em cerâmica esmaltada e vitrificada.  Outro corredor conduz a celeiros, como eles são encontrados nos templos orientais. Eles contêm sementes de vários tipos. 

Um grande armazém que ainda não foi efetuado a sua exploração, uma vez que é de doze pés de altura e só pode ser alcançado a partir de cima. Dois ganchos de cobre se estendem na borda, o que indica que havia algum tipo de escada anexado. Estes celeiros são redondos e os materiais de que são construídos, penso eu, é muito duro como cimento.

Um metal cinza também é encontrado nesta caverna que intriga os cientistas, pois a sua identificação não foi estabelecida ainda. Assemelha-se a platina. Espalhados promiscuamente no chão em todos os lugares estão o que as pessoas chamam de “olhos” de gato ou “olhos de tigre”, uma pedra amarela sem grande valor. Cada uma delas é gravada com uma cabeça típica de um Malaio asiático.” 

O Grand Canyon cobre 365 km, um espaço tão vasto que somente parte dele pode ser visto de qualquer um dos pontos de observação. Acima Death Horse Point.

Os Hieróglifos

“Em todas as urnas, nas paredes sobre as entradas e nas tábuas de pedra que foram encontrados existem misteriosos hieróglifos gravados, cuja chave para decifração a Instituição Smithsonian espera ainda por descobrir. Esses escritos se assemelham aos encontrados nas rochas sobre o vale.

As gravuras/inscrições em tabletes provavelmente tem algo a ver com a religião do povo, hieróglifos semelhantes foram encontrados na península de Yucatan, no México, mas estes não são encontrados no Oriente. Alguns acreditam que estes homens das cavernas construíram os antigos canais de Salt River Valley. Entre os escritos pictóricos apenas dois animais são encontrados. Um deles é do tipo pré-histórico.“ 

Na figura é um escaneamento de uma cópia xerox da fotografia representando os hieróglifos supostamente fotografada por G.E. Kincaid em 1909 dentro da caverna no Grand Canyon. Esta foi apresentado a mim por um amigo com um pedido para que a fonte permanecesse anônima, um pedido que eu sempre respeitarei. – Jack Andrews 

A Cripta

“O túmulo ou cripta na qual as múmias foram encontradas é uma das maiores das câmaras, com as paredes inclinadas para trás em um ângulo de aproximadamente 35 graus. Em um desses níveis de onde estão as múmias, estão cada uma em separado em prateleira de ocupação cortadas na rocha. Na cabeça de cada uma existe um pequeno banco em que se encontram copos de cobre e peças de espadas quebradas. Algumas das múmias estão cobertas com barro e todas estão enroladas em um tecido feito de cascas.

As urnas ou taças das camadas inferiores são brutas, enquanto que na maior das prateleiras alcançadas, as urnas são mais finas no desenho mostrando um inter estágio dessa civilização. É digno de nota que todas as múmias examinadas até agora provaram ser do sexo masculino, sem crianças ou corpos de mulheres terem sido enterrados aqui. Isto leva à crença de que esta seção interior era um quartel de guerreiros. 

Entre as descobertas não foram encontrados ossos de animais, nem peles, nem roupas, nem camas. Muitos dos quartos estão vazios, assim como os reservatórios de água. Um quarto, de cerca de 400 por 700 pés, provavelmente era o refeitório principal, pois utensílios de cozinha foram encontrados ali. 

“A tumba ou cripta em que as múmias foram encontradas é uma das maiores das câmaras, as paredes inclinadas em um ângulo de cerca de 35 graus. Uma delas é camadas de múmias, cada uma ocupando uma prateleira separada. A cabeça de cada uma repousa em um pequeno banco, no qual são encontrados copos de cobre e pedaços de espadas quebradas”.

Do que estas pessoas que habitavam o local se alimentavam é um problema a ser resolvido, mas presume-se que eles vieram para o sul no inverno e cultivavam os vales, indo para o norte durante o verão. Mais de 50 mil pessoas poderiam ter vivido confortavelmente na caverna

Uma teoria é de que os índios das tribos do presente encontrados no Arizona são descendentes dos servos ou escravos dos povos que habitavam a caverna. Sem dúvida muitos milhares de anos antes da era cristã, o povo que viveu aqui atingiu um estado elevado de civilização.

A cronologia da história da humanidade está cheia de (dogmas defendidos pelos “acadêmicos eruditos”) lacunas e todo o conhecimento verdadeiro, que for contra àquilo que o sistema diz ser verdade, sempre será subtraído e encoberto para o público em geral.  

O Professor Jordan está muito mais entusiasmado sobre as descobertas e acredita que ela vai provar ser o seu valor incalculável nos trabalhos arqueológicos ainda a serem feitos. Uma coisa que tenho falado pode ser do seu interesse. Existe uma câmara em uma passagem e que não é ventilada e quando nos aproximamos dela, um insidioso e mortal cheiro nos impressionou. 

Nossas luzes não penetraram a escuridão e nem mesmo com uma iluminação mais forte disponível, nós não conseguimos saber o que a câmara contem. Alguns dizem que são as serpentes, mas muitos outros ridicularizaram essa ideia e eu acho que o local pode conter um gás mortal ou produtos químicos utilizados pelos antigos. Nenhum som é ouvido lá dentro, mas o local cheira muito mal. 

A instalação subterrânea inteira ataca os nervos e gera instáveis arrepios. A tristeza é fixada como um peso sobre os ombros e nossas lanternas e as velas só fazem a negra escuridão parecer mais escura ainda. A imaginação pode deleitar-se com conjecturas e devaneios ímpios de volta através dos séculos que se passaram até que a mente role vertiginosamente no espaço.“

Uma lenda indígena

Em conexão com esta história, é notável que, em uma tradição entre os índios nativos HOPI é dito que seus ancestrais não chegaram do norte, nem de barco, mas, em vez disso, subiram à superfície desde o submundo nos subterrâneos da Terra. O lugar específico do surgimento da lenda Hopi está no fundo do Grand Canyon, uma abertura encantada dos misteriosos recessos da Terra Interior. Seus antepassados viveram em um submundo do Grand Canyon até que dissensões e conflitos surgiram entre os bons e os maus, as pessoas com um coração, e o povo de dois corações (Manchoto), que foi seu chefe, aconselhou-os a saírem do submundo, mas não havia nenhuma maneira para sair para fora. O chefe então fez uma árvore crescer e furar o teto do submundo e, em seguida, as pessoas de um coração pularam para fora. 

Eles permaneciam por Palsiaval (Red River-Rio Vermelho-Rio Colorado), que é o Colorado, e plantaram e cultivaram grãos de milho. Eles enviaram uma mensagem para o templo do sol, pedindo a bênção da paz, boa vontade e a chuva para o povo de um só coração. 

Que o mensageiro, nunca mais voltou, e hoje nas aldeias HOPI, ao pôr do sol os velhos da tribo podem ser vistos sentados em cima dos telhados olhando para o sol, olhando e procurando pelo mensageiro. Quando ele retornar, sua terra e morada antigas serão restauradas. Essa é a tradição. 

A sabedoria do povo nativo pele vermelha norte americano afirma ainda que o Grand Canyon foi formado como resultado de um Grande Dilúvio, que secou após destruir o terceiro mundo anterior e que desde então nos esquecemos do caminho da divindade. Uma cosmologia Hopi especifica que aqui estava no lugar de onde os Hopi emergiram de seu refúgio subterrâneo depois que o dilúvio destruiu o terceiro mundo (Tudo indica que os hopi seriam os escravos, ou teriam sido criados pelos habitantes e sobreviventes do afundamento da antiga Lemuria, a terceira raça raiz da humanidade).

Vários pontos de entrada para o mundo interior são ditos estar em suas terras no Grand Canyon, um dos quais é homenageado em cerimônia como uma habitação de uma antiga raça pai. Um local sagrado, é estritamente limitado o acesso à todos, exceto para o povo Hopi.

Entre as gravuras de animais na caverna é encontrada uma imagem de um coração sobre o local onde a gravura existe. A lenda foi aprendida por W.E. Rollins, um artista, que viveu durante um ano com os índios HOPI. Há duas teorias sobre a origem dos egípcios. 

Um Pueblo.

Uma delas é que eles vieram da Ásia: a outra é a de que o seu berço racial estava na região do Nilo superior (Sudão). Heeren, um egiptólogo, acreditava na origem hindu dos egípcios (A origem dos egípcios é encontrada no continente de Atlântida). As descobertas no Grand Canyon podem lançar mais luz sobre a evolução humana e as idades pré-históricas.”  

 

2 – Resumo, por Sarah ==>