As Crianças Índigo IV

As Crianças Índigo IV

Um novo conceito, um passo para nossa evolução. Um fenômeno cada vez mais crescente está ocorrendo em todas as partes do mundo.
As crianças índigo são uma tendência que aumenta a cada dia.

Não se sabe quando começaram a chegar, foram constatados alguns casos nos anos 70, mas o planeta não tinha estrutura e condições para agregar os índigos que foram massacrados pela sociedade bem solidificada nos seus limites.Porém cerca de 60% das crianças que nasceram nos anos 80 foram constatados como índigos e eles vem nos ensinar muitas lições.Crianças com características jamais catalogadas estão aparecendo, com capacidades além da compreensão, que marcam um momento de profundas mudanças na humanidade, sejam elas sociais, educacionais, familiares e espirituais de todo o planeta, independente das fronteiras e de classes sociais.O termo Criança Índigo vem da cor de suas auras, de um tom azul índigo, inédito em nosso mundo, até então.Essas crianças são diferentes.Seus cérebros, atuam de maneira diferente nos hemisférios direito (mais) e esquerdo (menos) fazendo com que elas vão além do plano intelectual e criem verdadeiras revoluções nos planos comportamentais, além de serem pessoas que “pensam com o coração”.Essas crianças sabem quem são, e uma de suas características mais marcantes é o modo com o qual atuam, onde pensamento, emoção e ação atuam juntos sem maiores interferências da dualidade da terceira dimensão.

Elas já nascem verdadeiros mestres e esperam que as pessoas ao seu redor sejam mestres de suas vidas também e irão pressionar até que isso seja uma verdade.

Um dos maiores males que essas crianças tem como missão resgatar e corrigir é a nossa incapacidade de “fazer acontecer” aquilo que temos como ideal.

A grande maioria das pessoas tem idéia do que é preciso ser feito, onde estão as faltas e os erros, mas ao mesmo tempo, ou não se movem ou evitam se chocar contra esses desafios. Os índigos não, eles observam, e no instante que se sentem chamados para corrigir estes erros, tomam aquilo como uma cruzada e com suas mentes e corações unidos, buscam corrigir as falhas.

Eles nos ajudarão nesse aspecto, onde até hoje não conseguimos agir de maneira coerente com o que almejamos e temos como ideal.

Além disso, todas as regras burocráticas, tendem a cair com eles, pois as regras limitadoras do passado não se adequam ao perfil dessas crianças, que não gostam de filas, não gostam de seguir regras apenas por seguir, e de ordens absolutas sem maiores razões do tipo ”ele tá mandando, então vamos fazer, não é?”. Não. Nada disso tende a se manter como vem acontecendo, pois essas crianças são o futuro e no futuro veremos mudanças e revoluções comportamentais por conta delas.

Elas também têm um forte foco de partilha e solidariedade naturais e onde era o foco do “eu” passa ser o de “nós”, e assim o respeito mútuo será evidenciado e uma sociedade mais próxima de uma unidade estará surgindo a partir daí.

Isso criará mudanças comportamentais importantes e se chocará com todo tipo de egoísmo e exclusão.

As ações dos índigos causam polêmica e repercussão. Sua atuação é sentida na escola, no lar e em todas as instituições que exercem controle e regras e que servem para um outro padrão mais dominável.

Mas como estas crianças conseguirão fazer todas essas mudanças e como podemos ter a pretensão de esperar um mundo melhor com estas crianças diferentes?

O primeiro alvo será a família, que entrará em ebulição caso o comportamento não se adeqüe aos padrões sinceros e autênticos dessas crianças.

A uma geração atrás era comum vermos famílias, onde as crianças eram obrigadas a acatar as regras de seus pais e o respeito era confundido com medo e culpa, fazendo o indivíduo se dobrar para estes padrões.

Aqui entra um dos principais problemas: quem acaba se dobrando são os pais, pela imunidade a culpa dessas crianças, e pelo fato de respeitarem a autenticidade e a razão.

Tudo deve ser explicado, conversado, deve haver uma razão coerente para negar, ou limitar a criança de seus atos, que para elas é correto.

Aqui fica um ponto importante: Repressões insólitas “justificadas” apenas pelo fato dos pais comandarem as regras, trarão problemas, e se por demais repreendidos. Essas crianças tendem, na medida que não encontram mais forças de serem o que realmente são, tenderão a atrofiar suas capacidades mentais, extra-sensorias e comportamentais, e o que era dinâmico e surpreendente passará sim a ser um grande problema.

Os índigos são imunes à culpa e a menos que seja muito bem explicado o motivo da interferência dos pais ou educadores, eles não darão ouvidos e não acatarão ordens castradoras ou limitadoras.

Em exemplo disso – veja só como muitos de nós fomos educados:

“Joãozinho pare! Desça daí!”
“Mariazinha pare de mexer nas plantas, eu estou te avisando…”
Ordens desse tipo não possuem bases de argumento algum para fazê-los compreender, respeitar e seguir. Por isso são repreendidos pois desacatam autoridades banais!

Escute; bem infantil a idéia de “faça isso, pois eu estou mandando!” não é? Pois bem… os índigos também acham e não admitem isso.

Agora algo do tipo… “Maria, porque você está mexendo nas plantas? Olha querida… cuidado para você não fazer sujeira e para não ferir as plantas, tá ok?”; É bem mais adulto, e bem mais fundamentado e por isso poderá ser mais respeitado.

Tudo deverá ser através do diálogo…desde muito novos (afirma-se que mesmo aos 2 anos alguns casos já causam este tipo de problema).

A escola estará sujeita a mudanças, Pois como as crianças índigo são mais sensíveis a vínculos afetivos, o modelo antigo impessoal, quadrado e limitativo, estará ameaçado, pois seus dirigentes deverão fazer alguma coisa no momento em que verem que não é um que não se adeqüa ao sistema, mas o sistema que não se adeqüa mais aos padrões das crianças de hoje.

A comum falta de interatividade, passividade e rotina mecânica e racional das salas de aula não condizem com as capacidades de adaptação e aprendizado dinâmico que essas crianças possuem, pois uma vez não encontrada a solução de um problema, possuem a imaginação e criatividade de encontrarem outros caminhos inéditos e curiosos, levando seus professores a aprenderem com eles.

No momento em que começam a falar eles já começam a questionar e os pais devem estar atentos às repostas, pois seus filhos índigos entenderão quando estão e quando não estão sendo levados a sério e uma característica importante é que estas crianças nutrem respeito para pessoas sinceras e verdadeiras. Noções de respeito sobre a idade, posição social e tudo o mais, com o que estamos acostumados, tendem a se conflitar com a nova moçadinha que só respeita o respeitável.

É muito triste quando uma dessas crianças perde a confiança em alguém.

Pessoas falsas ou com personalidade ludibriosa costumam ser desmascaradas, na presença destas crianças que fazem interrogatórios como se pudessem ver o íntimo de cada um (e verdadeiramente podem!).

Olham as pessoas nos olhos e ali, munidas de percepção extra-sensorial, já sabem quem esta mentindo ou escondendo alguma coisa. Isto ajudará em muito a humanidade a ser mais autêntica e na hora de se cumprimentarem não será necessário dizer “olá, está tudo bem?”.

Mesmo quando bebês ainda, são surpreendentes. Por mais que possa parecer que não entendem uma só palavra, devemos levar em consideração que sua linguagem e percepção estão além desta terceira dimensão, limitada, dual e racional. Elas estão além, estão na quarta dimensão ou dimensões ainda maiores e palavras ditas com o coração são melhor compreendidas por elas e quando chorarem podemos conversar com elas dizendo….
“A mamãe esta trocando sua fralda para você ficar mais à vontade, cheirosa e não ficar mais irritada e o melhor, não ficará assada e poderá dormir prazerosamente como bem merece!!!!!!! (Isto dito com o coração repleto de sinceridade e intenção, com a certeza de que realmente a criança está entendendo tudo, pois realmente está).

Características comuns apresentadas por uma criança índigo:

-Elas nascem, sentem-se (e agem) como nobres;

-Acreditam merecer estar nesse mundo e se surpreendem quando as outras pessoas não pensam da mesma maneira;

-Tem dificuldades em lidar com autoridades absolutas (sem explicação ou possibilidade de questionamento);

-Recusam-se a desempenhar determinadas tarefas. Esperar em uma fila por exemplo, é algo difícil para elas.

  • Frustram-se com sistemas ou tarefas que seguem rotinas rituais e repetitivas em que não possam usar criatividade;

-Costumam identificar maneiras mas eficazes de fazer as coisas tanto em casa quanto na escola, o que as torna verdadeiras “destruidoras de sistemas” (pois não se adaptam a qualquer tipo de convenção).

-Parecem não se relacionar bem com pessoa alguma que não seja igual a elas. Se não encontram ninguém com quem possam compartilhar suas idéias e opiniões fecham-se e sentem-se incompreendidas. A escola normalmente é uma experiência difícil para elas, em termos sociais.

-Não respondem a técnicas de disciplina associadas a culpa (tipo: “espere só até a hora em que seu pai chegar e ver o que você fez”);

-Não tem vergonha ou problemas em expressar suas necessidades.
• É muito intuitiva e determinada no que quer;
• Tem alta sensibilidade;
• Tem excessivo montante de energia;
• Distrai-se facilmente ou tem baixo poder de concentração, principalmente quando não está a fazer o que gosta;
• Requer emocionalmente estabilidade e segurança de adultos em volta dela;
• Resiste à autoridade se não for democraticamente orientada;
• Possui maneiras preferenciais no aprendizado, particularmente na leitura e matemática;
• Pode se tornar frustrado facilmente se tiver grandes idéias, mas faltar apoio de pessoas ou recursos que permitam atingir o objetivo final;
• Aprende através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou ser simplesmente ouvinte;
• Não consegue ficar quieta ou sentada, a menos que esteja envolvida em alguma coisa do seu interesse;
• É muito compassiva; têm muitos medos tais como a morte e a perda dos amados;
• Se ela experimentar muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente;

Veremos agora uma pequena relação dos tipos índigo constatados:
(O texto abaixo refere-se aos tipos de índigo e foi 100% extraído do livro “Crianças Índigo”, de Lee Carrol e Jan Tober, Editora Butterfly)

1 – HUMANISTAS: São do tipo que trabalham com as massas. Serão os médicos, advogados, vendedores, professores, executivos e políticos de amanhã. Hiperativos e extremamente sociáveis, conversam com todos, são sempre muito simpáticos e tem opinião própria. Podem agir de maneira estranha, pois sendo hiperativos acabam às vezes batendo contra uma parede, por exemplo, por se esquecer de parar. Não conseguem brincar com um brinquedo apenas. Têm de tirar todos do armário, nem que seja só para ficar olhando para eles. São do tipo que precisa ser constantemente lembrado de seus deveres, como organizar seu quarto, pois são capazes de iniciar a limpeza, mas ao ver um livro, senta-se para ler e fica completamente distraído, se esquecendo do que estava fazendo. Aliás os humanistas são leitores vorazes. Ontem eu estava em um avião e um índigo de três anos estava fazendo barulho ao meu lado até que sua mãe lhe deu um folheto de regras de segurança de vôo para ler. Ele parou, sentou-se, abriu o folheto e começou a olhar as figuras com ar muito sério como se estivesse lendo o texto com muita atenção. Ficou ali, quieto durante uns cinco minutos. Obviamente não conseguia ler, mas parecia mesmo estar. Este é o típico índigo humanista.

2 – CONCEITUAIS: Interessam-se mais por projetos do que por pessoas. Serão os engenheiros, arquitetos, designers, astronautas, pilotos e oficiais militares do futuro. São normalmente crianças de porte grande e atlético. Tendem a controlar situações e pessoas, especialmente suas mães , se forem meninos e seus pais, se forem meninas. E quando conseguem podem ter grandes problemas. Esse tipo de índigo tem propensão ao vício, especialmente às drogas durante a adolescência. Os pais precisam monitorar de perto o comportamento desse tipo de criança, especialmente quando parecem estar tentando esconder alguma coisa. Quando dizem ”não quero que entrem no meu quarto” é porque há algo de errado.

3 – ARTISTICOS: Costumam ser mais sensíveis e mais acanhados em estatura do que os outros tipos. São muito criativos e serão provavelmente professores e artistas. Tudo o que fazem envolve criatividade. Se estudam medicina por exemplo, podem virar cirurgiões ou pesquisadores. Quando decidem estudar teatro , tendem a se tornar excelentes atores. Entre os quatro e dez anos de idade, costumam se interessar pelos mais diferentes tipos de arte, mas por apenas cinco ou dez minutos, deixando-os de lado para procurar outros.
Costumo aconselhar as mães desse tipo de índigo que gosta de musica a nunca comprar instrumentos para eles, mas sim alugar. Eles podem tocar cinco ou seis instrumentos diferentes, mas somente na adolescência irão se decidir e se especializar em um deles.

4 – INTERDIMENSIONAIS: são fisicamente mais desenvolvidos, que os outros índigo e já aos dois anos respondem a tudo dizendo: ”Eu sei e posso fazer sozinho. Deixe-me em paz”. Trarão novas filosofias e religiões ao mundo. Podem ser briguentos por causa do seu tamanho e por não se encaixarem na sociedade, como os outros tipos.


Por fim gostaria de acrescentar para os pais, educadores, pessoas que de alguma forma atuam com crianças e adolescentes:
Temos muito a aprender com essas crianças, no máximo poderemos orientar como nosso mundo é… pois o resto, elas próprias nos orientarão como deveremos agir e recriar um novo mundo!